terça-feira, 3 de julho de 2012

A IMPORTÂNCIA DAS FÉRIAS PARA A APRENDIZAGEM


Atualmente as crianças têm tido uma vida bastante atribulada, repleta de horários e compromissos: a escola, os esportes, os cursos extras (inglês, informática, artes), médicos, enfim, a agenda da criançada mais se parece com a de um profissional bastante ocupado.

Sem tempo para viver a infância e brincar, sofrendo pressões para as quais ainda não está preparada, a criança acaba estressada, correndo o risco de adoecer. Há menos espaço para a leitura, para o sonho, para a música, para o teatro, para a arte e para, simplesmente, brincar e fantasiar. A brincadeira ajuda a desenvolver a noção espacial e corporal, a capacidade de solucionar problemas, a criatividade, a imaginação, a autonomia entre tantas outras habilidades essenciais para um desenvolvimento cognitivo saudável.

Ao observar uma criança brincando, o adulto pode compreender:
· Como ela vê e constrói o mundo;

· Como ela gostaria que fosse a sua realidade;

· Suas limitações e dificuldades na brincadeira com o outro;

· O que a preocupa e os problemas que a cercam.
É preciso que as famílias e as escolas preservem o espaço da brincadeira, tão importante para o desenvolvimento social e cognitivo das crianças. Durante as férias esse espaço pode ser proporcionado desde que os pais estejam atentos aos programas realizados pelos filhos. A função dos pais não é a de escolher os programas, porém, orientar e mediar às atividades. Não é recomendável que as crianças passem muitas horas na LAN HOUSE ou na frente do computador e nem que esta atividade vire rotina durante as férias.

Algumas brincadeiras e atividades estimulam o cérebro das crianças e ajudam no desenvolvimento delas, tais como, atividades com movimento que auxiliam na oxigenação do cérebro e movimentar-se é muito importante não só para o funcionamento corporal, cerebral e emocional, mas também para facilitar o aprendizado. Com o movimento e a brincadeira a criança faz representações mentais e essas, são fundamentais para a organização do raciocínio e a construção do conhecimento. Boas Férias!!!

Fonte: Site meuartigo.brasilescola.com - Texto de Joanne Lamb Maluf

quarta-feira, 27 de junho de 2012

CRIANÇAS E O USO DE DROGAS

Nesta semana de combate as drogas nosso texto trata deste tema de modo a ajudar pais e educadores a prevenir o uso de drogas por crianças:




          Orientar as crianças sobre drogas caracteriza-se por uma atitude de prevenção. Em muitos casos, as informações e as orientações adequadas representam fatores que diminuem a probabilidade de abuso de drogas na adolescência e na idade adulta.

Por outro lado, conversar e informar sobre o assunto, muitas vezes, não é o suficiente. Os pais e a escola, ao realizarem ações voltadas à prevenção, precisam considerar a realidade infantil. É preciso perceber se as crianças estão entendendo o que está sendo dito e se aquelas informações fazem sentido para elas. Perguntas como: “Você entendeu o que lhe expliquei?” ou “O que você achou do que lhe disse?” podem ajudar. É muito mais importante abordar os riscos do uso de substâncias, referindo produtos visíveis no cotidiano, como cigarros, bebidas alcoólicas, produtos de limpeza, medicamentos, do que aquelas que a criança nunca tenha ouvido falar.


Prevenção na infância


          A prevenção objetiva fornecer informações e educar as crianças a adotarem hábitos saudáveis e protetores em suas vidas. Prevenir o uso de substâncias envolve o desenvolvimento de ações desde a infância e promovidas durante toda a vida.

A literatura sobre o assunto ressalta algumas condições que podem favorecer o consumo de substâncias. Tais condições geralmente representam fatores de risco e que aumentam a possibilidade de ocorrência de resultados negativos para a saúde, o bem-estar e o desempenho social. Aqueles aspectos que diminuem a probabilidade do uso de drogas são denominados fatores de proteção. Neste caso, proteger envolve oferecer condições de crescimento e de desenvolvimento, de amparo e de fortalecimento do indivíduo em formação.


Exemplos de fatores de risco podem ser:

- Uso, abuso ou dependência de drogas pelos pais;

- Relacionamento deficitário e conflituoso com estes;

- Falta de diálogo, comunicação e afeto;

- Relações excessivamente rígidas ou permissivas na família;

- Falta de limites e regras;

- Fácil acesso às drogas;

- Falta de políticas de prevenção na sociedade;

- Despreparo dos profissionais perante o assunto.


São exemplos de fatores de proteção:

- Relacionamento afetivo e de confiança com os pais;

- Exercício de colocação de limites por parte dos pais;

- Monitoramento e supervisão familiar;

- Baixo conflito entre o casal e ambiente familiar estável;

- Participação dos familiares em atividades sociais;

- Investimentos sociais e de saúde eficazes;

- Bom relacionamento interpessoal;

- Comportamentos saudáveis.

Importância da relação com os pais/ cuidadores e família

Atualmente, muito já se conhece sobre os fatores que podem contribuir ou não para o consumo de substâncias psicoativas. Dentre estes fatores está o envolvimento com os pais. Estudos tem demonstrado então, que a combinação de alguns aspectos podem representar risco para o uso de drogas, como por exemplo: ausência de investimento nos vínculos que unem pais e filhos; práticas disciplinares inconsistentes ou de punição; excessiva permissividade, com dificuldades de estabelecer limites e tendência à superproteção; educação autoritária associada a pouco cuidado e pouca afetividade nas relações; conflitos familiares com dificuldades de negociação.

Por isso, é importante demonstrar e expressar amor, manifestar flexibilidade e capacidade de negociação, quando for possível, estimular autonomia e independência dos filhos no desenvolvimento de tarefas, favorecendo a autoestima. Além disso, ser um bom modelo comportamental é de fundamental importância. Muito mais do que seguir conselhos ou orientações, os filhos tendem a imitar as atitudes dos pais.


O uso de drogas na infância

Embora não seja comum, algumas crianças iniciam precocemente o uso de drogas. O problema potencial disto é que quanto mais cedo se faz o consumo de drogas, maior é a probabilidade de fazer abuso e ou tornar-se dependente durante a adolescência.

Crianças desabrigadas e que moram nas ruas são particularmente vulneráveis ao consumo de drogas, principalmente de inalantes (como a cola de sapateiro). O consumo nestes casos acaba sendo uma forma de amenizar a fome, a ansiedade além de uma maneira de enfrentar outras situações difíceis do dia-a-dia. Políticas públicas eficientes que ofereçam suporte em rede a essas crianças e suas famílias são imprescindíveis.

Nem sempre é fácil crescer e amadurecer, mas a infância pode ser uma fase de aprendizado para lidar com momentos difíceis sem se expor a danos. A prática de esportes com amigos, tocar algum instrumento em uma banda, participar de atividades depois das aulas, entre outros podem proteger as crianças do uso de drogas.



Fonte: Texto de Mariana Benchaya no site vivavoz - vivavozufcpa.edu.br

quinta-feira, 31 de maio de 2012

31 DE MAIO - DIA MUNDIAL SEM TABACO

Hoje, 31 de  maio é o dia mundial sem tabaco e para marcar esta data publicamos um texto sobre os riscos que o tabaco expõe as crianças.

Crianças fumadoras passivas

Dez por cento das crianças são fumadoras passivas. ..  Como em todos os anos, no dia de hoje, 31 de maio chama-se a atenção para todas as medidas e disposições para convencer as pessoas que deixem de fumar. Quem fuma não faz mal somente a si mesmo, mas também a todos os que estão expostos ao fumo do seu cigarro. Muitas crianças continuam sendo as principais vítimas dos erros dos seus pais.

O fumo mata. Continua sendo o maior causador de câncer de pulmão e a principal causa evitável de morte no mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS). Quando entramos na casa de um fumante, com certeza sentimos o cheiro do cigarro em todos os lugares, nas cortinas, nos tapetes, nas paredes, etc. Imagine o que ocorre dentro do seu pulmão. Não nos cabe julgar, mas informar. Mas quando se trata de crianças, o respeito à sua saúde é o mais importante.

A OMS estima que um terço da população mundial adulta (1 bilhão e 200 milhões de pessoas) seja fumante. Dados da organização apontam que anualmente 4,9 milhões de pessoas morrem no mundo por causa do tabagismo, o que corresponde a mais de 10 mil mortes por dia. No Brasil, são 200 mortos pelo tabagismo a cada ano.

Segundo a Sociedade Espanhola de Pneumologia Pediátrica (SENP), uma em cada 10 crianças está exposta diariamente ao fumo do tabaco dos seus pais e no seu próprio domicílio. Os pesquisadores dizem que é importante parar com o consumo do tabaco porque representa ums dos fatores de risco mais determinantes de doenças respiratórias infantis, juntamente com os fatores meio ambientais e a contaminação do ar. As crianças expostas ao fumaça do cigarro durante os dois primeiros anos de sua vida são mais propensos a desenvolver doenças respiratórias como a asma, além da bronquite e tosse. A fumaça do cigarro também pode causar morte súbita infantil.

Os especialistas mostram a importância do aumento de mulheres grávidas fumadoras ativas e passivas, pelo seu impacto no desenvolvimento pulmonar do feto e no aumento de doenças respiratórias durante os dois primeiros anos de vida do bebê. Eles são unânimes em dizer que melhor ainda é a prevenção.


Por que deixar de fumar?


• Os filhos de fumantes adoecem duas vezes mais do que os filhos de não-fumantes e têm chances de começar a fumar, seguindo o exemplo dos pais.

• A fumante grávida tem bebês com baixo peso, menor tamanho e maior chance de apresentar defeitos congênitos.

• A fumaça do cigarro é o poluidor do ar mais constante e prejudicial à saúde que se conhece, pois as pessoas passam 80% de seu tempo em ambientes fechados.

• Qualquer pessoa que permaneça nesses ambientes poluídos pode ter irritação nos olhos, garganta e nariz, dor de cabeça e tosse, além de maior chance de ter câncer.

• O tabagismo passivo em crianças causa irritação nos olhos e das vias aéreas superiores, prejudica a função pulmonar, aumenta tanto a freqüência como a severidade das crises de asma, resfriados, faringites, sinusites, rinites e otites.

• A exposição passiva à fumaça do tabaco é um risco real e imediato que precisa ser mais bem divulgada. Manter-se vigilante quanto à poluição ambiental causada pelo cigarro e/ou aconselhar um amigo ou parente tabagista a parar de fumar não significa apenas demonstrar preocupação com a saúde do outro, mas com a própria, e o mais importante de tudo, com a de nossos filhos.

INFORMAÇÃO AOS PAIS

CRIANÇA:
UM FUMANTE PASSIVO?

Desde o período gestacional e durante as demais fases de sua vida, a criança, quando exposta a um ambiente de fumantes, começa a sofrer conseqüências que irão repercutir por toda sua vida.
Mesmo em tenra idade, esses pequenos já podem ser considerados "Fumantes Passivos".

O FUMO E A GESTAÇÃO
Futuras mamães que fumam durante o período gestacional, podem estar expondo os seus bebês a graves riscos.
Mal formação no feto, abortamentos e nascimentos prematuros ocorrem com maior freqüência em gestantes que fumam. Os Bebês nascidos de mamães que fumam, apresentam menor peso ao nascer (em média, 200 gramas mais leves).

O FUMO E OS LACTENTES
A nicotina também está presente no leite materno de mamães fumantes.
Nesses casos, após cada mamada, o bebê poderá apresentar agitação, choro, vômito e até mesmo alterações de seu ritmo cardíaco.

POLUIÇÃO AMBIENTAL
Em domicílios em que pais e outros familiares fumam, as crianças passam a inalar continuamente substâncias tóxicas do tabaco; ao final do dia podem ter inalado o equivalente à fumaça de 1 ou mais cigarros.

CONSEQÜÊNCIAS POR TODA A VIDA

A criança exposta continuamente a um ambiente de fumantes, pode sofrer conseqüências que se estenderão por toda a sua vida.

c5.gif (13488 bytes)ENQUANTO CRIANÇAS...
  • menor estatura.
  • retardo em seu desenvolvimento psicomental.
  • maior ocorrência de doenças respiratórias (pneumonia, bronquites, tosse e outras manifestações).
  • agravamento de processos alérgicos já existentes (rinites, chiado bronquial, crises asmáticas).
  • diminuição da capacidade vital e função pulmonar.

QUANDO ADULTOS...
  • maior incidência de bronquite crônica.
  • desenvolvimento de enfisema.
  • risco aumentado de contrair câncer, especialmente de pulmão.

UM FUTURO FUMANTE?
Outra importante conseqüência da exposição das crianças a um ambiente de fumantes é o incentivo ao hábito de fumar.
As crianças têm no adulto o seu principal referencial para o desenvolvimento de seus hábitos e atitudes.
O hábito de fumar de um adulto pode levar uma criança a imitá-lo.
Foi observada uma maior incidência do hábito de fumar em adolescentes e jovens adultos provenientes de domicílios onde pais e outros familiares fumavam.

PROPORCIONE A SEU FILHO UMA VIDA SAUDÁVEL
Desde a gestação, e durante as demais fases da vida de seu filho, é importante que ele tenha um ambiente saudável, que lhe permita um desenvolvimento sadio e feliz.
Preserve o ar que seu filho respira. Mantenha-o em contato com a natureza. Ajude-o a cultivar hábitos saudáveis.

DÊ-LHES O EXEMPLO
Fumar ou não fumar? A decisão do seu filho pode depender do seu exemplo.
Se você fuma, considere a influência desse hábito junto aos seus filhos. É interessante pensar a respeito!
Se você é um fumante já decidido a parar de fumar, procure o seu médico. Ele poderá ajudá-lo.

Fontes: Site adesf.com.br e guiainfantil.com

domingo, 20 de maio de 2012

20 DE MAIO - DIA DO PEDAGOGO

"Não se pode falar em educação sem amor"
                                                 Paulo Freire


O termo pedagogia, do grego antigo paidagogós, era inicialmente composto por paidos (“criança”) e gogía (“conduzir” ou “acompanhar”). Outrora, o conceito fazia portanto referência ao escravo que levava os meninos à escola.

Desde que existe a necessidade de educar as crianças e de promover sua inserção em um contexto social e cultural existe pedagogia. Entretanto, a institucionalização desta ciência só ocorreu por volta do século XVI, onde o termo pedagogo (em seu signíficado moderno) é definido em um dicionário francês de 1690.

O século XVIII é marcado como o século da Pedagogia porque se desenvolveu nessa fase a educação pública estatal e o início da educação nacional, e ainda, pelo surgimento de grandes nomes da pedagogia clássica como Rousseau e Pestalozzi.
Atualmente, a pedagogia é considerada como sendo o conjunto de saberes que compete à educação enquanto fenômeno tipicamente social e especificamente humano. Trata-se de uma ciência aplicada de caráter psicossocial, cujo objeto de estudo é a educação. A pedagogia recebe influências de diversas ciências, como a psicologia, a sociologia, a antropologia, a filosofia, a história e a medicina, entre outras.

Em todo o caso, convém destacar que há autores para os quais a pedagogia não é nenhuma ciência, mas antes um saber ou uma arte.

A pedagogia pode ser categorizada segundo vários critérios. A tendência é falar-se em pedagogia geral (relacionada com questões universais e globais da investigação e da ação sobre a educação) ou em pedagogias específicas (que têm sistematizado um diferente corpo do conhecimento em função de diversas realidades históricas vividas). Também há que distinguir a pedagogia tradicional da pedagogia contemporânea.

É importante distinguir a pedagogia como sendo a ciência que estuda a educação e a didática como sendo a disciplina ou o conjunto de técnicas que facilitam a aprendizagem. Como tal, pode-se dizer que a didática é apenas uma disciplina dentro da pedagogia.

A pedagogia tem como objetivo principal a melhoria no processo de aprendizagem dos indivíduos, através da reflexão, sistematização e produção de conhecimentos. Como ciência social, a pedagogia esta conectada com os aspectos da sociedade e também com as normas educacionais do país.

Temas abordados pela pedagogia:

- Aprendizado de conhecimentos
- Métodos e sistemas pedagógicos
- Dificuldades de aprendizado
- Didáticas e práticas pedagógicas
- Conteúdos educacionais
- O aluno no processo educativo
- O papel do professor no processo educacional

O pedagogo é o profissional formado para atuar na área pedagógica. Porém, todos aqueles que atuam no processo educativos (professores, pais, monitores, orientadores, psicólogos, etc) também devem conhecer os princípios básicos de pedagogia.


Papel do professor

"Segundo Paulo Freire, “o papel do professor e da professora é ajudar o aluno e a aluna
a descobrirem que dentro das dificuldades há um momento de prazer, de alegria” . Para tanto, torna-se prioritário a prática do diálogo em que ambos, educador e educando,
através da realização de seus objetivos chegam ao acesso do saber historicamente elaborado pelo exercício cultural da humanidade. Ainda de acordo com Paulo Freire, “O educador ou educadora como um intelectual tem que intervir. Não pode ser um mero facilitador”, o que traduz a exigência da formação docente para o exercício pleno de sua função pedagógica, enquanto articulador do processo ensino e aprendizagem.

Ao considerar aspectos do ensino e aprendizagem, Paulo Freire fala da sua
incansável natureza de amar o saber, ao que retoma o necessário domínio que o educador
precisa para ensinar, não sendo possível uma relação permissiva e evasiva frente ao conteúdo de ensino. Sobre isto ele diz:

Para mim é impossível compreender o ensino sem o aprendizado e ambos sem o
conhecimento. No processo de ensinar há o ato de saber por parte do professor. O
professor tem que conhecer o conteúdo daquilo que ensina. Então para que ele ou
ela possa ensinar, ele ou ela tem primeiro que saber e, simultaneamente com o
processo de ensinar, continuar a saber por que o aluno, ao ser convidado a aprender
aquilo que o professor ensina, realmente aprende quando é capaz de saber o
conteúdo daquilo que lhe foi ensinado.


Portanto, o grande desafio do educador é, pela formação permanente, buscar
subsídios teórico-práticos, para o exercício da docência, para a compreensão de que o
conteúdo a ser trabalhado é uma síntese da humanidade, e que ao ser considerado relevante, conduz o aluno a transitar por ele, provocando inquietações que o fazem avançar ainda mais."


Fontes: Blog Amiga da pedagogia - Site Pedagogia.de - Artigo O Pensar Educação em Paulo Freite de Sandra Cristina Scharam e Marco Antonio Batista Carvalho - Site Mundo das tribos

terça-feira, 15 de maio de 2012

DIA INTERNACIONAL DA FAMÍLIA

Dia internacional da família celebra-se a 15 de Maio. Dia internacional da família é uma forma de celebrar a importância da família e valorizar cada membro da mesma.

Família

Família é um grupo de pessoas unidas pelos laços sanguíneos, mas não só, também pelo carinho e respeito entre todos. É o espaço de aprendizagem educacional por excelência.

A família tem um sentido que vai além das definições que podemos encontrar em dicionários ou enciclopédias. Ela é o primeiro grupo social do qual fazemos parte e é a partir dela que começamos a construir nossa identidade.

Mas, como é formada uma família? É muito simples, veja só...
A família pode ser definida como um grupo de pessoas ligadas por descendência, ou seja, dentro de uma família existe sempre algum grau de parentesco.

Membros de uma família costumam compartilhar do mesmo sobrenome, que vem de herança de um parente em comum, geralmente bem antigo.

Dia Internacional da Família

O dia internacional da família foi instituído em 1993 pela ONU – Organização das Nações Unidas. Tem como objetivo principal salientar o papel e a importância da família como estrutura fundamental da sociedade, principalmente na educação infantil. Pretende também promover os direitos e as responsabilidade da família.

No Brasil, a comemoração ao dia da família é no dia 8 de dezembro, conforme disposto em 1963 pelo governo federal do então presidente da república João Goulart, a fim de que seus integrantes pudessem se reunir, garantindo maior união entre os mesmos.

Como celebrar o Dia Internacional da Família

A melhor forma de celebrar o dia da família, é naturalmente estar com a família! Se o tempo o permitir um passeio junto à praia, uma visita pela cidade ou simplesmente uma visita cultural são ótimas ideias!

Em casa pode ler em família, ter uma tarde ou noite de jogos,preparar uma refeição em conjunto, uma sessão de leitura ou outra atividade que todos gostem.

Na escola pode falar da importância da família, fazer a hora da família em que os alunos fazem atividades ou simplesmente passam tempo com os pais e outros no espaço da escola.

Fontes: Sites Educamais.com, smartkids.com.br e mundoeducacao.com.br

sexta-feira, 11 de maio de 2012

MÃE

Como homenagem a todas as mães, publicamos hoje um poema muito especial.



Mãe... São três letras apenas
As desse nome bendito:


Também o Céu tem três letras...
E nelas cabe o infinito.

Para louvar nossa mãe,
Todo o bem que se disse
Nunca há de ser tão grande
Como o bem que ela nos quer...

Palavra tão pequenina,
Bem sabem os lábios meus
Que és do tamanho do Céu
E apenas menor que Deus!

(Mário Quintana)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O papel das mães na educação dos pequenos

A mulher mil e uma utilidades precisa também se preocupar com a personalidade dos filhos


Maio é popularmente conhecido como o mês da mães e, apesar de ter o cargo todos os dias, o mês convida essas mulheres a pensar em suas responsabilidades e no futuro de seus pequenos, principalmente quando o assunto é educação.

Além de escolher uma boa escola, preocupar-se com o cuidador, não deixar faltar nada para os filhos, há outra participação tão importante para as mamães. De acordo com o mestre em psicologia da infância e da adolescência, Caio Feijó, o papel das mães na educação dos filhos é insubstituível. “No processo educativo dos filhos, o afeto materno é fundamental para o desenvolvimento da personalidade. Até os cinco ou seis anos formamos a personalidade das crianças, depois só conseguimos alterar comportamentos. E as mães são peça-chave neste período”.

O especialista ressalva também que as mães são como modelos para os filhos e para a sociedade, detêm extraordinárias características afetivas e a uma inesgotável capacidade de adaptação às exigências da vida. Além disso, a mulher precisa lidar com o ritmo da vida moderna. “Estou falando do desdobramento feminino: mãe, esposa, filha e profissional. A mulher tem uma capacidade extraordinária em acumular responsabilidades sem perder a ternura, a capacidade criativa e a motivação maternal”, conclui Feijó.
Fonte: Portal Sempre Materna - UOL - 2010